A prática clínica contemporânea se vê convocada a sustentar a vida psíquica e a possibilidade de simbolização em uma época marcada pela aceleração, pelo excesso de informação e pela transformação das formas de subjetivação e vínculo.
Se tais mudanças podem produzir fragmentação e perda de profundidade da experiência, elas também inauguram novas possibilidades de existência, pertencimento e construção de sentido, convocando a clínica a renovar suas formas de escuta e elaboração.
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Subjectivity, bonds, imagination, and transformation in times of excess
Contemporary clinical practice finds itself called upon to sustain psychic life and the possibility of symbolization in an era marked by acceleration, an excess of information, and the transformation of forms of subjectification and bonding.
While such changes can produce fragmentation and a loss of depth in experience, they also inaugurate new possibilities for existence, belonging, and the construction of meaning, calling upon the clinic to renew its ways of listening and elaboration.